Pandemia social atinge cidades do Pajeú e divide opiniões quanto a reabertura do comércio


A pandemia de Covid-19, causada pelo vírus SARS-CoV-2 ou Novo Coronavírus, vem produzindo repercussões não apenas de ordem biomédica e epidemiológica em escala global, mas também repercussões e impactos sociais, econômicos, políticos, culturais e históricos sem precedentes na história recente das epidemias.

A pandemia do novo coronavírus, que chegou ao país em março, gerou graus de incerteza e de descrença inéditos na economia.

A ferida causada na região do Pajeú é sem precedentes. O decreto estadual que mantém apenas os comércios de serviços essenciais abertos se prolonga e divide opiniões nas ruas.

O vírus golpeou primeiro a saúde física de dezenas de pessoas e vem também causando uma "pandemia social" sem precedentes.

Para muitos toda medida de contenção da epidemia, especialmente se for da envergadura das aplicadas nos últimos dias, implica salvar vidas e deve ser a prioridade do momento, já para outros vai provocar um curto-circuito na economia durante um tempo. 

Aos defensores dos comércios fechados a vida deve ser preservada a qualquer custo e na visão deles a abertura do comércio pode ocasionar mortes de várias pessoas que serão infectadas.

Na visão dos que defendem a reabertura do comércio, o caos vem por ai com os comércios fechados, causando desemprego, fome, assaltos e roubos. Que aglomerações já estão existindo em bancos e mercados por exemplo. Que a abertura do comércio com seguimento de regras e fiscalização deveria ser adotado imediatamente. 

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