Palavra do Dia: 10 Razões para crer na vida após a morte

02 novembro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


1- As injustiças da vida

Seria difícil crer que a vida é boa se soubéssemos que não há nada além do túmulo que compense os problemas de desigualdade e injustiça. Enquanto algumas pessoas parecem ter nascido para serem felizes, outras nascem em meio às circunstâncias e relacionamentos terríveis. Se pudéssemos ter certeza de que não existe nada que possa compensar a desigualdade na distribuição do sofrimento, muitos teriam razão para amaldiçoar o dia do seu nascimento pela maneira como a vida os tem tratado (Jó 3:1-3). Poderíamos concordar com o rei Salomão que, num momento difícil de sua vida, disse “Vi ainda todas as opressões que se fazem debaixo do sol: vi as lágrimas dos que foram oprimidos, sem que ninguém os consolasse; vi a violência na mão dos opressores, sem que ninguém consolasse os oprimidos. Pelo que tenho por mais felizes os que já morreram, mais do que os que ainda vivem; porém mais que uns e outros tenho por feliz aquele que ainda não nasceu e não viu as más obras que se fazem debaixo do sol” (Eclesiastes 4:1-3).

2- Beleza e equilíbrio

Há muitas coisas a respeito da vida que parecem que não combinam com os problemas pessoais de injustiça e privação. Em contrapartida, em tudo que é nocivo e desigual, há beleza e equilíbrio. Para os momentos de horror e violência, existem os momentos de harmonia e paz. Na medida que corpos já desgastados pelos anos sucumbem à dor e fraqueza, as crianças e os pequenos animais brincam alegres, sem preocupações. Mesmo em toda a sua glória, a arte humana iguala-se aos pássaros em voos alegres e cantarolar matutino. Cada pôr do sol e cada aurora trazem uma resposta para a necessidade de descanso e renovação — típica da natureza. Com a percepção de que isto também passará, surgem as noites escuras e o gelado inverno. Se nada existir além do túmulo, o padrão da natureza estará espantosamente incompleto.

3- Experiências de quase morte

A evidência clínica para a vida após a morte é subjetiva e discutível. Geralmente, é difícil mensurar a importância deexperiências fora do corpo; encontros com luzes brilhantes, longos túneis, ou guias angelicais. É difícil saber como reagir frente às pessoas que falam sobre visões de quase morte transitória. Sabemos que há relatos de experiências suficientes neste assunto para que haja uma literatura considerável sobre esta questão. Em conjunto, estas evidências demonstram que muitos ao se aproximarem da morte, sentem que não estão chegando ao final de uma existência, mas ao início de outra jornada.

4- Um lugar no coração

O coração humano está sedento por mais do que a vida pode oferecer. Cada um de nós experimenta o que o rei Salomão chamou de “…eternidade no [nosso] coração do homem” (Eclesiastes 3:11). Embora seja difícil saber o que Salomão queria dizer, é evidente que ele se referia a um inevitável anseio que o mundo não pode satisfazer. Era um vazio no interior da alma, do qual Salomão não podia escapar. Por um momento, ele tentou preencher o seu vazio interior com o trabalho, álcool e risadas. Tentou satisfazer seus anseios com filosofia, música e relacionamentos sexuais. No entanto, sua desilusão apenas cresceu. Somente se recolocasse sua confiança no julgamento final e na vida após a morte, ele poderia encontrar algo grande o suficiente para satisfazer sua necessidade por significado (Eclesiastes 12:4).

5- Crenças universais

Enquanto alguns acreditam que é impossível existir vida após a morte, a crença na imortalidade é um fenômeno eterno. Desde as pirâmides egípcias às reencarnações da filosofia da Nova Era, as pessoas de todos os tempos e lugares na história creem que a alma humana sobrevive a morte. Se não houver a percepção do consciente, nem o sorriso ou tristeza além do túmulo, então a vida enganou a quase todos, desde os faraós do Egito até Jesus de Nazaré.

6- Um Deus eterno

A Bíblia cita Deus como a fonte da imortalidade e descreve a Sua eterna natureza. As mesmas Escrituras nos dizem que Deus nos criou à Sua semelhança, e que Ele, eventualmente, planeja receber Seus filhos em Seu eterno lar. As Escrituras também ensinam que Deus trouxe a morte para a experiência humana quando nossos primeiros antecessores transpassaram a escuridão do território proibido (Genesis 3:1-19). Conclui-se então que, se Deus permitiu que a raça humana vivesse para sempre em condições de rebeldia, teríamos infinitas oportunidades em nos desenvolvermos como criaturas orgulhosas e egoístas. Ao invés disso, Deus começou a revelar um plano que finalmente resultaria numa eterna recepção de todos aqueles que escolheram a paz com Ele (Salmo 90:1; João 14:1-3).

7- As profecias do Antigo Testamento

Algumas pessoas argumentam que a imortalidade é uma ideia neotestamentária. Entretanto, Daniel; o profeta do Antigo Testamento falou sobre um dia quando aqueles que dormem no pó da terra serão ressuscitados, alguns para a vida e outros para vergonha eterna (Daniel 12:1-3). Um dos autores do livro de Salmos também falou sobre a vida após a morte. No Salmo 73, um homem chamado Asafe descreveu como ele quase perdeu a fé em Deus quando refletiu sobre a prosperidade do ímpio e o sofrimento do justo. Mas ele mesmo afirma que se aproximou do santuário de Deus. Da perspectiva da adoração, subitamente viu os homens maus posicionados no terreno escorregadio da sua mortalidade. Com renovada percepção ele confessou: “Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória. Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Salmo 73:24-26).

8- Citações de Cristo

Poucos acusariam Jesus de ser um homem mau ou falso mestre. Mesmo os adeptos do ateísmo e pessoas que pertencem a religiões não-cristãs, referem-se a Jesus com deferência e respeito. No entanto, Jesus não oscilou sobre a veracidade da existência de uma vida pessoal e contínua após a morte. Ele disse: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10:28). Jesus prometeu o Paraíso ao ladrão arrependido e moribundo ao Seu lado, mas Ele também utilizou o Vale de Hinom — lugar imundo em que se queimava o lixo, fora de Jerusalém, como um símbolo daquilo que espera aqueles que insistem em se expor ao julgamento de Deus. De acordo com Jesus, a questão mais importante da vida é enfrentar a veracidade sobre a vida após a morte. Jesus afirmou, por exemplo, que se um olho o mantém distante de Deus, você tem razão para livrar-se dele: “E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois, seres lançado no inferno” (Marcos 9:47).

9- A ressurreição de Cristo

Não há maior evidência sobre a existência de vida após a morte, do que a ressurreição de Jesus Cristo. O Antigo Testamento anunciava um Messias que venceria o pecado e a morte pelo Seu povo (Isaías 53; Daniel 9:26). Os seguidores de Jesus testemunharam que Ele assim o fez. Ele morreu, voluntariamente, nas mãos de Seus executores; foi sepultado num túmulo emprestado e três dias mais tarde, deixou aquele sepulcro vazio. As testemunhas afirmaram que viram não somente o túmulo vazio, mas o Cristo ressurreto que apareceu a centenas de pessoas por um período de 40 dias antes de ascender aos céus (Atos 1:1-11; 1 Coríntios 15:1-8).

10- Resultados práticos

A crença na vida após a morte é uma fonte de segurança individual; de otimismo e de aperfeiçoamento espiritual (1 João 3:2). Nada nos encoraja mais do que a confiança de que existe uma vida melhor para aqueles que no presente preparam-se para a eternidade. Acreditar nas oportunidades ilimitadas que a eternidade oferece fez muitas pessoas entregarem suas próprias vidas em favor daqueles a quem amam. O fato de Jesus crer na vida após a morte o capacitou a dizer: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mateus 16:26). Esta mesma verdade impeliu o mártir cristão Jim Elliot, assassinado pelos índios Quíchua, em 1956, a dizer: Não é ignorante aquele que dá o que não pode guardar, para ganhar o que não pode perder.

Você não está só se não estiver honestamente convicto sobre a existência de vida após a morte. Lembre-se, no entanto, que Jesus prometeu ajuda divina àqueles que desejam conhecer a verdade e render-se a ela. Ele disse: “Quem quiser fazer a vontade de Deus saberá se o meu ensino vem de Deus ou se falo em meu próprio nome” (João 7:17 NTLH).

Se você contemplar a prova irrefutável sobre a vida após a morte, lembre-se de que a Bíblia diz que Cristo morreu para pagar o preço de nossos pecados, e que todos os que creem nele receberão o presente de perdão e vida eterna. A salvação que Cristo oferece não é uma recompensa por nossos esforços, mas um presente oferecido a todos os que à luz das evidências colocam a sua confiança nele (João 5:24; Romanos 4:5; Efésios 2:8-10).

Para aceitar o presente divino de perdão e vida eterna, faça esta oração: “Deus, sei que sou pecador e que não posso salvar-me. Creio que Jesus morreu na cruz pelos meus pecados, ressuscitou dos mortos para viver Sua vida por meio daqueles que nele creem. Eu te recebo como meu Salvador e aceito Tua oferta de perdão e vida eterna. Obrigado Pai. Em nome de Jesus, amém.”

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