Mais um caso de Leishmaniose em São José do Egito

04 junho Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


Segundo uma fonte revelou com exclusividade ao blog MAIS PAJEÚ um egipciense de 56 anos deu entrada no Hospital Maria Rafael de Siqueira cinco vezes. Mas tarde o paciente foi diagnosticado com Leishmaniose.

Corre na cidade que existe um surto da doença. Não há campanha de prevenção e nem de consciencialização por parte do poder público local.

A morte de Rafael de Deus Soares, 28 anos, em São José do Egito no dia 31 de maio de 2018, já havia levantado o debate sobre as políticas de controle de cães de rua nas cidades do Pajeú. Ele morreu de leishmaniose visceral, no Hospital Osvaldo Cruz, Recife.

Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por protozoários parasitários do gênero Leishmania transmitidos pela picada de insetos da subfamília Phlebotominae. Existem três tipos principais: leishmaniose cutânea, leishmaniose mucocutânea e leishmaniose visceral. O sintoma mais evidente da forma cutânea são úlceras na pele. Na forma mucocutânea, as úlceras afetam não só a pele como também a boca e nariz. O sintoma inicial da forma visceral são úlceras na pele, a que mais tarde acresce febre, diminuição do número de glóbulos vermelhos e aumento de volume do baço e fígado.

As infecções em seres humanos são causadas por mais de 20 espécies de Leishmania. O parasita é transmitido pela picada de mosquitos fêmea de algumas espécies de flebotomínios. No Velho Mundo, o vetor mais comum são espécies do género Phlebotomus, enquanto no Novo Mundo é transmitida exclusivamente por espécies do género Lutzomyia. Entre os fatores de risco estão a pobreza, a desnutrição, desmatamento e urbanização. Os três tipos podem ser diagnosticados mediante observação do parasita ao microscópio óptico. O diagnóstico da forma visceral pode ser feito por meio de análises ao sangue.

Nos animais, os sintomas são crescimento das unhas, magreza extrema, perca de pelo e feridas no corpo.

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