Secretaria de Justiça de Pernambuco cobra investigação isenta na morte de pernambucanos feitos reféns

10 dezembro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


A Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos irá cobrar do governo cearense que as investigações das mortes dos reféns – sendo cinco deles pernambucanos – na tentativa de assalto a uma agência bancária, na última sexta-feira (7) na cidade de Milagres, sejam transferidas para a Secretaria de Segurança do Ceará junto ao Ministério Público (MPCE). “Esse inquérito tem que ser acompanhado em Fortaleza, para que possam garantir a isenção das investigações.

Cinco pernambucanos inocentes foram assassinados e nós queremos os devidos esclarecimentos. Não foram apenas troca de tiros, há fortes indícios de que o que aconteceu foi uma chacina”, declarou o secretário da SJDH, Pedro Eurico. Será encaminhado na manhã desta segunda-feira (10) ofícios junto a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além do MPCE e da Controladoria Geral e Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública do Ceará. Até o momento, oito pessoas foram presas e mais de 24 foram ouvidas pela Polícia Civil.

A Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos irá cobrar do governo cearense que as investigações das mortes dos reféns – sendo cinco deles pernambucanos – na tentativa de assalto a uma agência bancária, na última sexta-feira (7) na cidade de Milagres, sejam transferidas para a Secretaria de Segurança do Ceará junto ao Ministério Público (MPCE). “Esse inquérito tem que ser acompanhado em Fortaleza, para que possam garantir a isenção das investigações.

Cinco pernambucanos inocentes foram assassinados e nós queremos os devidos esclarecimentos. Não foram apenas troca de tiros, há fortes indícios de que o que aconteceu foi uma chacina”, declarou o secretário da SJDH, Pedro Eurico. Será encaminhado na manhã desta segunda-feira (10) ofícios junto a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além do MPCE e da Controladoria Geral e Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública do Ceará. Até o momento, oito pessoas foram presas e mais de 24 foram ouvidas pela Polícia Civil. (Folha PE)

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