PF vai investigar suposto ataque terrorista em posse de Bolsonaro

28 dezembro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


A posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) acontecerá na próxima terça-feira, dia 1º de janeiro, poderia ficar marcada por um possível ataque terrorista. A Polícia Federal vai abrir inquérito para investigar uma suposta ameaça de um grupo que se define como “ecoterrorista” e “ecoextremista”. 

A Polícia Civil começou a investigar o caso e chegou a um grupo autointitulado “Maldição Ancestral”, que reinvidicou ter colocado a bomba ao lado da Igreja Santuário Menino Jesus, no centro de Brazlândia, na madrugada do dia 25 - o artefato explosivo foi desarmado pela Polícia Militar.

Depois deste primeiro momento, as informações foram remetidas à PF, que tem atribuição de investigar suspeitas de ameaças a presidentes da República. No site do suposto grupo terrorista há um texto considerado pela Polícia Civil como ameaça a Bolsonaro. “Se a facada não foi suficiente para matar Bolsonaro, talvez ele venha a ter mais surpresas em algum outro momento, já que não somos os únicos a querer a sua cabeça”, diz parte do texto.

“Dia 01 de Janeiro de 2019 haverá aqui em Brasília a posse presidencial, e estamos em Brasília e temos armas e mais explosivos estocados…”, acrescentou o Maldição Ancestral, que se diz “em tocaia terrorística contra o progresso humano”.

Uma força-tarefa foi criada para identificar os autores das ameaças de grupo, tais como: integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Polícia Federal (PF) e da Subsecretaria de Inteligência (SI) da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP) estiveram em Brazlândia, nesta quinta-feira (27/12), para colher informações na 18ª Delegacia de Polícia, que iniciou as apurações.

Segundo uma fonte na Polícia Federal disse ao jornal O Estado de S. Paulo, o protocolo de segurança da PF no dia da posse, 1º de janeiro, não será alterado por causa dessa ameaça. No entanto, a Polícia Federal, faz apenas a segurança mais próxima do presidente eleito e a PF não tem como afirmar se algo vai mudar no esquema de segurança devido aos outros órgãos de segurança envolvidos. (Folha de PE)

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