Coluna O Linguarudo - Não Vou Mentir Para Agradar (20/11/2018)

20 novembro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


Laudicéia Rocha será primeira mulher á presidir Subseccional da OAB - A advogada Laudiceia Rocha foi eleita presidente da OAB, Subseccional de Afogados da Ingazeira. Ela encabeçava a Chapa 2, que obteve 65 votos contra 50 da Chapa 1, encabeçada pelo carnaibano Romildo Mendes. O vice-presidente é o advogado Tote Marques, também de Tabira. A chapa ainda tem como Secretária-geral Renata Véras, Secretário-adjunto Airton Souza e como tesoureiro, Mário Sérgio. Formada pela Universidade Católica de Pernambuco, doutora Laudicéia Rocha tem mais de vinte anos de atuação. Já foi Procuradora Municipal de Tabira. (Por Anchieta Santos)

A montagem do novo time de Paulo Câmara - De volta das férias, Paulo Câmara vai tirar os próximos 10 dias para montar seu novo time. Mudanças bruscas não haverá. O novo time será “político” assim como é o atual. Será aberto espaço no 1º escalão para o PT e o PCdoB terá seus espaços ampliados. A dúvida é saber se o PP de Eduardo da Fonte e o PSD de André de Paula continuarão com os espaços que têm hoje. (Rádio Vivo)

Elogios para a equipe econômica de Bolsonaro – O presidente eleito Jair Bolsonaro tem sido bastante elogiado pela equipe da área econômica que ele tem montado para o futuro governo. Além de Paulo Guedes, que assumirá o ministério da Economia, Bolsonaro conseguiu convocar um dream team para o BNDES, Banco Central e Petrobras, que foi bem recebido pelo mercado financeiro. Até agora, o único nordestino na equipe econômica de Bolsonaro é Mansueto Almeida, cearense formado pela UFCE. Ele continuará na Secretaria do Tesouro. Aliás, sob a batuta de Paulo Guedes, só os “chiques” com doutorado em Chicago terão vez na economia.

Governo sem políticos seria algo novo em nossa paisagem - Romeu Zema, governador eleito de Minas Gerais, empresário do ramo varejista com mais de uma centena de lojas em seu Estado, foi a grande novidade política no Brasil no segundo turno da eleição. Deixou para trás o governador Fernando Pimentel, que nem ao segundo turno foi, e o senador Antonio Anastasia, que já tinha passado pelo Palácio da Liberdade como sucessor de Aécio Neves. Zema também surpreeendeu os brasileiros ao declarar, ainda na noite do primeiro turno, que não convidaria nenhum deputado estadual ou federal para a sua equipe. Formaria um governo exclusivamente com técnicos para sepultar no segundo maior colégio eleitoral do país, com mais de 850 municípios e uma tradição de alternância de poder que teve início no Estado Novo, a prática do “toma lá dá cá”. Zema é um jovem empreendedor que se elegeu por um partido (NOVO) que não tem sequer um único representante na Assembleia Legislativa. Embalou-o a força arrebatadora do bolsonarismo, que na reta final de campanha mandou Pimentel ir para a casa e não quis a volta ao governo de alguém ligado a Aécio Neves, cujo desgaste político dispensa comentários. É preciso, pois, dar um crédito de confiança às suas promessas, mesmo sabendo que elas estão mais para não serem cumpridas do que o contrário.

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