Coluna O Linguarudo - Não Vou Mentir Para Agradar (27/08/2018)

12 setembro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


Esperando a hora certa 1 - O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, é daqueles políticos "'a moda antiga" e especulasse que estava esperando os números das pesquisas para anunciar de que lado está. Com a aproximação das eleições e com a dianteira ampliada nas pesquisas por Paulo Câmara acreditasse que Totonho nem precisa anunciar deve "marchar" mesmo com o atual governador.

Esperando a hora certa 2 - Ainda não deve ser desta vez o tão aguardado rompimento na política afogadense. Perguntar não ofende, será que se Armando Monteiro vencer o rompimento será antecipado? Perguntar não ofende!

Qual a pesquisa certa? - Na pesquisa Datafolha de segunda (10), Bolsonaro apareceu atrás de seus candidatos em todas as simulações de segundo turno. A pequisa Ibope desta terça, por outro lado, mostra o candidato do PSL em posição vantajosa. Por que esta diferença tão significativa entre os dois principais institutos de pesquisa do país?

Novas opções - Parece que enfim o brasileiro acordou e está afim de dar oportunidade a novos projetos, a novas caras. Em Afogados da Ingazeira, a campanha da Drª Cybele Roa tem tomado as ruas da cidade e agradado com apresentações de projetos, capacidade de fazer e histórico da candidata.

Turma do STF arquiva inquérito contra Fernando Bezerra Coelho - A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou inquérito que investigava o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) por suposto recebimento de recursos contabilizados em 2010. Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, o emedebista teria recebido R$ 200 mil, que não teria sido declarado à Justiça Eleitoral. Ele foi acusado por ex-diretores da empreiteira Odebrecht, que fizeram acordo de delação premiada nas investigações da Operação Lava Jato. Segundo a defesa do senador, além da falta de provas, o inquérito deveria ser arquivado porque Bezerra entrou para o Senado somente nas eleições de 2014. Seguindo voto do relator, ministro Gilmar Mendes, por unanimidade, o colegiado entendeu que não há motivos para o prosseguimento das investigações. Para o relator, até o momento, não foram obtidas provas para corroborar as declarações dos delatores. Os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Edson Fachin acompanharam o relator. Celso de Mello não participou.

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