Vídeo de cachorro supostamente sacrificado gera revolta em Afogados mas o animal estava vivo, e agora?

18 julho Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


A internet encurtou distâncias, aproximou pessoas e tornou muito fácil o acesso à informação. Com ela, no entanto, surgiram alguns efeitos colaterais. Intolerância, brigas, notícias falsas, cyberbullying, haters. 

Em Afogados da Ingazeira, dois funcionários da Prefeitura Municipal foram vítimas de injúria e difamação, quando ao estarem na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara sedando um cachorro que se encontrava abandonado. 

Em contato com um membro da epidemiologia, o mesmo nos relatou que quando animais são abandonados é normal que o bicho fique com depressão, fique com a imunidade baixa e adquira doenças. No caso do animal resgatado na praça estava com Alopecia(queda de pelos) em consequência de ectoparasitas e micose 

Então eles estavam sedando um cachorro para fazer exames, saber que doenças ele tinha e tratar, foi quando um jovem apareceu e ACHOU que o cachorro havia sido sacrificado, e começou a filmar, um dos funcionários ainda tentou alertar que o animal não estava sendo morto, mais o "filmador" não acreditou e continuou. Para piorar a situação postou em redes sociais e muitas pessoas, como de costume, não apuraram o caso, julgaram e constrangeram os funcionários.

Na tarde desta quinta (28) os funcionários foram a Delegacia de Polícia e prestaram uma queixa. Que esta atitude seja seguida por outras pessoas, para que todos entendam que antes de expor outros, ou julgar, chamar de mentiroso, etc, tem que apurar, conversar e ter cuidado.

Por fim uma pessoa adotou o animal e mais uma vez uma pessoa é vítima da terra sem lei no Brasil, chamada internet.

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