Coluna O Linguarudo - Não vou mentir para agradar (30/04/2018)

30 abril Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


Mesmo sem apoio do prefeito, vereador Antônio Bujão é favorito para ser presidente da Câmara de Solidão – A data para a eleição acontecer ainda não foi oficializada pela Presidente Eliana de Genivaldo, mas já tem chapa definida para a sucessão da mesa diretora. Sem apoio do Prefeito Djalma Alves(PSB) que desejava outro nome, o vereador que encabeçará a chapa é o também socialista Antônio Bujão; 1ª Secretária Edleuza Godê e 2º Secretário Viturino Melo. A chapa ainda tem o apoio de Josias de Neta e o vereador Zeverland. Curioso que os nomes que contam com a simpatia do Prefeito Djalma Alves são os vereadores eleitos no palanque adversário Neta Riqueta, Adriana de Agenor e Genivaldo Barros. A Presidente Eliana ainda não se pronunciou sobre quem receberá o seu apoio. Na Câmara de Solidão quem era governo, hoje já não é mais. Entre os eleitos no palanque adversário, apenas Edleu Godê (PSD), vereadora campeã de votos no pleito de 2016 segue na oposição. (Por Anchieta Santos)

Vira virou em Serra Talhada - Em Serra Talhada, o troca-troca de vereadores foi grande nos últimos meses. E há quem diga que não acaba antes da pamonha junina. Depois de Pinheiro de São Miguel e Rosimério de Cuca que abandonaram o barco governista, aumentam rumores da volta à base do prefeito de Dedinha Inácio. Publicamente, ninguém admite nada… (Rádio Vivo)

Vaquinhas para eleger candidatos - O TSE inicia nesta segunda-feira, 30, o cadastro das empresas interessadas em realizar as chamadas “vaquinhas virtuais” para os candidatos das eleições deste ano. Somente os sites que se registrarem vão poder arrecadar recursos para as campanhas. O período de arrecadação via crowdfunding começa em 15 de maio. A partir desta data os pré-candidatos vão poder usar os sites de financiamento coletivo para levantar recursos para as campanhas. Caso desistam de disputar, terão que devolver o dinheiro aos doadores. (Isadora Peron/ Coluna do Estadão – Andezza Matais)

Compasso de espera: nem governo nem oposição têm chapas fechadas - É praticamente maio e as chapas majoritárias que disputam Governo e Senado por Pernambuco ainda não estão postas. Os candidatos conhecidos são, apenas, o governador Paulo Câmara (PSB), que disputa a reeleição, e a advogada Daniella Portela (PSOL). Em 2014, a corrida já estava definida em fevereiro, no Carnaval, com Paulo Câmara caminhando ao lado do ex-governador Eduardo Campos e Armando Monteiro Neto (PTB) colado no ex-presidente Lula (PT) e na presidente Dilma Rousseff. Já em 2018, “situação” e “oposição” estão na retaguarda, esperando que o adversário dê primeiro a lista de nomes. Na visão dos analistas, a última disputa transcorreu com mais espontaneidade devido à maior estabilidade política no cenário nacional, onde se deu a manutenção da polarização recorrente entre PT e PSDB. Agora, quase todas as variáveis estão em aberto. Uma coisa é certa: a corrida presidencial com 15 candidatos contribui fortemente para a indefinição nos estados. Quando a polarização ameaça sair de cena, todos enxergam uma chance de surpreender nas urnas. O provável afastamento do ex-presidente Lula (PT), que tem forte aceitação em Pernambuco, é um dos fatores preponderantes para a campanha desse ano: a disputa da herança lulista. Por outro lado, a possibilidade de diversos partidos terem presidenciável dificulta o entendimento no campo regional. (Folha de PE)

Evangélicos devem ampliar seu espaço em 2018 - Nas eleições de 2014 Pernambuco elegeu dois deputados federais do segmento evangélico, o Pastor Eurico com 233.762 votos e Anderson Ferreira com 150.565 votos, respectivamente o segundo e o quinto mais votados do pleito. Eduardo da Fonte, apesar de não ser evangélico, foi impulsionado pela dobradinha com o Pastor Cleiton Collins e atingiu 283.567 votos e ficou com a primeira colocação. Já para deputado estadual a força do segmento evangélico ficou mais latente, com a eleição de seis parlamentares que direta ou indiretamente contaram com os votos do segmento, que foram pela ordem Cleiton Collins (216.874), Presbítero Adauto (158.874), André Ferreira (74.448), Ossesio Silva (49.993), Professor Lupercio (24.739) e Joel da Harpa (19.794). Na eleição de 2016 os evangélicos ampliaram seu espaço com as vitórias de Anderson Ferreira (Jaboatão dos Guararapes), Professor Lupercio (Olinda) e Meira (Camaragibe) para prefeito e no Recife tivemos as vitórias de Michelle Collins (15.357), Irmã Aimee (14.338), Fred Ferreira (14.277), Eduardo Marques (10.177), Professora Ana Lúcia (9.538) e Renato Antunes (4.261), emplacando pelo seis vereadores na capital pernambucana. Nas eleições de 2018 além de um pré-candidato a senador que é André Ferreira, o segmento evangélico pode ter Michelle Collins candidata a deputada federal, Ossesio Silva a federal, Manoel Ferreira, Flávia Santos, Rebeca e Clarissa Tercio a estadual, um nome da família Ferreira que poderá tentar uma cadeira na Câmara Federal e um nome do PRB da Igreja Universal que deverá ser eleito para a Alepe. Isso sem contar com a possibilidade de renovar com expressivas votações os mandatos do Pastor Eurico, Cleiton Collins e Presbítero Adauto.(Edmar Lyra)

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