Secretario de Cultura de Tuparetama faz balanço de 2017

04 janeiro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


O ano de 2017 chegou ao fim. Foram 365 dias em que acordamos sem ter a certeza do que encontraríamos pela frente. Tivemos muitas notícias que mexeram com todo o Brasil, reviravoltas na política, crise de instabilidade econômica, social, moral, dentre tantas... Particularmente posso citar como maior dissabor, alguns sofridos fracassos que a “Pátria Amada” obteve ao longo desses dias no País dos “reais”. De fato, como todos os outros anos, esse não foi muito diferente, não foi fácil para ninguém.

Inspirado pelo espírito de fim de ano, decidi refletir algumas das ações relevantes que pude realizar na minha trajetória enquanto Secretário de Cultura, Turismo e Esporte. Fiz uma reflexão de alguns momentos importantes, que demonstram meu seguimento cultural e humano, pois acima de qualquer atribuição que eu desenvolva ou não, permaneço feito de carne e não de ferro.

Esqueçamos as coisas não tão boas que aconteceram e foquemos no que deu certo, chegou a hora de reviver coisas positivas ao longo de 2017 e dentre elas aqui relato algumas que me descrevem: conhecer um novo caminho que chega com bagagem pesada e arrastada por tantas mãos que a carregam ao longo do tempo. Iniciar um novo ciclo em minha vida, assumindo a pasta da Secretaria de Cultura, significando tamanha responsabilidade, orgulho e gratidão.

Nesse acontecer, foram realizadas muitas ações, sempre com planejamento estratégico e reuniões para um melhor desenvolvimento de cada ação idealizada. Pude me realizar nas ideias que tive juntamente com minha equipe e mostrar a obstinação profissional em cada detalhe analisado e criado. De maneira que para o primeiro ano, o qual normalmente toma quase todo o nosso tempo para colocarmos tudo em ordem e começarmos a atuar, dando início aos trabalhos como devem ser.

Meu foco foi de seguir um caminho próspero. No entanto, como para qualquer outra pessoa, nem tudo são flores, e de uma coisa eu tenho a certeza: no que falhei em 2017, aprenderei a não falhar mais e, no que acertei, farei ainda melhor a cada ano que vier, porque nessa vida o que não é benção é lição.

Carrego sempre comigo um livro e uma cabaça, o livro para escrever e guardar o que aprendo e a cabaça para matar minha sede com água da fonte da humildade, abastecida na cacimba da gratidão. Nesse novo momento, trago as expectativas para 2018 de dedicação, trabalho, inovações, aprendizagem, respeito ao próximo, muita cultura, prosperidade, coragem, fé e união entre todos, pois um povo desunido é um povo sem alma. Com Deus no comando e meu destino de sertanejo batalhador, eu digo: “Seja bem-vindo 2018, pois progresso se faz com trabalho”.

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