Policial: detentos brigam dentro da cadeia de Tabira, veículo adulterado em São José do Egito e Itapetim e calúnia em Iguaracy

20 setembro Grupo Roma Conteúdos 0 Comentários


Detentos brigam dentro da cadeia de Tabira: A GT foi solicitada pela guarda da cadeia, informando que os detentos F. A. M., 28 anos e E. P. D., 33 anos, ambos da cela 08, entraram em luta corporal. Os mesmos foram identificados, conduzidos e apresentados à Delegacia de Polícia local onde foi lavrado o boletim de ocorrências.

Veículo adulterado em São José do Egito: A GT realizava rondas e abordagens no bairro Pajeú, quando visualizaram um jovem de 20 anos conduzindo uma motocicleta HONDA CG 125 TODAY. Ao ser abordado e questionado quanto aos documentos do referido veículo, o mesmo informou não estar portando. A consulta ao INFOSEG foi realizada onde se constatou que a motocicleta se encontra adulterada. O envolvido juntamente com o veículo foram conduzidos a Delegacia de Polícia local para adoção de medidas cabíveis.

Veículo adulterado em Itapetim: A GT realizava rondas pela cidade quando flagrou um adolescente de 17 anos, conduzindo uma motocicleta Honda CG 125. Ao ser abordado verificou-se que a motocicleta em atraso com o licenciamento há quatro anos, bem como, a placa de identificação estava adulterada. Ao realizar consulta no sistema INFOSEG, constatou-se que a placa da mesma pertence a uma Honda CG 125 Titan KS, ano 2002, cor verde, Taubaté - SP. Segundo genitor do adolescente, o mesmo teria comprado a motocicleta, porém, sem documento algum. Diante dos fatos o veículo, juntamente com o adolescente e seu genitor, foram conduzidos a DP local para tomadas de medidas cabíveis.

Calúnia em Iguaracy: A GT foi solicitada por populares e informada que estava acontecendo uma discussão no bairro Santa Ana. Chegado ao local verificou-se que o imputado apresentava sinais de embriaguez alcoólica e estava acusando a possível vítima de ter furtado um toca CD de carro, de marca LG, onde, segundo o imputado, o aparelho tinha sido furtado faz nove meses em um sítio. Segundo ele o som que estava em posse da vítima tem as mesmas características do seu que foi furtado. O som já não encontrava-se mais em posse da vítima pois já havia vendido.