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quarta-feira, 12 de julho de 2017

O que muda com a aprovação da reforma trabalhista


Carteiras de trabalho de candidatos a vagas de emprego Temporário (Reinaldo Canato/VEJA.com)


O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (11), com 50 votos favoráveis, 26 contrários e 1 abstenção, o texto-base da reforma trabalhista. Com a aprovação, o PLC (Projeto de Lei da Câmara) 38/2017 segue direto para a sanção do presidente Michel Temer. 

O projeto é considerado pelo governo de Temer como uma das principais medidas para estimular novas contratações no mercado de trabalho e desburocratizar os processos de admissão e demissão, queixa recorrente de muitos empresários.

O texto em questão altera mais de 100 pontos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Entre eles, autoriza os trabalhos intermitentes, permite dividir as férias em três períodos e faz com que os acordos coletivos tenham força de lei.

Para os críticos da reforma, essa liberalidade permitirá negociações que reduzem direitos dos trabalhadores. Já os defensores da reforma alegam que ela atualiza uma legislação envelhecida e protecionista, abrindo caminho para um ambiente de maior geração de empregos.

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