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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Um dia para história: Fiscaliza Afogados reúne sociedade afogadense em audiência pública

Fotos: Allison Nicacio/ Mais Pajeú

Afogados da Ingazeira jamais esquecerá a noite de 20 de outubro de 2016, uma noite realmente histórica para todos que fazem a sociedade afogadense, a noite da Audiência Pública que lotou o Cine São José. O Movimento Fiscaliza Afogados trouxe a debate os subsídios dos vereadores, não só isso, trouxe a sociedade a construção de uma consciência crítica e a esperança que outros assuntos importantes da cidade serão debatidos e melhorados.

Abriu as falas o presidente da Câmara, Franklin Nazário, que mostrou-se equilibrado o tempo todo, nem quando provocado (fato isolado) perdeu este equilíbrio. Nazário contou um pouco da história dos subsídios e dos vereadores, reconheceu falha de comunicação na sessão polêmica que gerou o debate, mostrou também acertos, como o fim da verba de gabinete e do recesso de meio de ano e convocou o Movimento para discutir mudanças no Regimento Interno e Lei Orgânica da Casa.

Em seguida falou Gustavo Queiroz, representante do Movimento. Seguro e com postura de liderança, teve um discurso de alto nível, explanou de forma simples e objetiva as questões. A princípio mostrou quanto custa um vereador para o município de Afogados e quanto passará a custar com o aumento do subsídio. Num dos momentos mais emblemáticos da noite, apresentou o projeto de iniciativa popular que fixa o salário legislativo em R$ 2.135,00, o piso atual dos professores.

Na sequência falou o vice-prefeito eleito, Sandrinho. Se colocou a disposição do Movimento, enalteceu a noite histórica e pediu para se não generalizar as críticas a todos os vereadores.

Leila Albuquerque, presidente da Associação dos Professores, foi a próxima a falar. Apesar de dizer que “não seria tão educada como Sandrinho”, ela teve um discurso seguro e que agradou ao público, que a ovacionou a todo momento. Comparou a missão e os salários de vereadores e professores, defendeu a imprensa, falou da falta de transparência da Câmara e que assistencialismo não era papel dos vereadores.

Na fala de Fátima Silva, ficou o registro que a ONG que a mesma trabalha está para fechar as portas por não ter um valor mínimo para se manter, que apesar de desempregada nunca procurou um vereador, por que se a conta de luz estava atrasada era obrigação dele pagar e não do vereador, ele não foi eleito para isso.

O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto defendeu o debate plural e também parabenizou pela iniciativa e colocou o MP a disposição.

Após o debate, sete pessoas foram sorteadas e falaram sobre o tema.

O blog Mais Pajeú parabeniza o Movimento Fiscaliza Afogados pela iniciativa, a sociedade afogadense que compareceu em massa e a decência e coragem dos vereadores que estiveram presentes Franklin Nazário, Augusto Martins, Reinaldo Lima, Antonieta Guimarães, Cícero Miguel, Igor Sá Mariano, Raimundo Lima e Luiz Bizorão.

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