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terça-feira, 5 de julho de 2016

Banda triunfense retorna de festival na Inglaterra e vira destaque em jornal estadual

Radiola Serra Alta, de Triunfo, investe em referências nordestinas. Flora Pimentel/Divulgação

Se nos anos 1990 o manguebeat deu certo espaço para a música eletrônica como ingrediente no caldeirão de ritmos e influências do movimento, hoje o eletrônico passa por uma fase de maior protagonismo na cena local. Mais do que acessório, é o foco do trabalho autoral de uma nova safra de DJs e bandas.

Uma das recentes adições ao cenário é a Phalanx Formation, que vai lançar neste mês o primeiro álbum. Hélder Bezerra, um dos integrantes do duo, não enxerga distinção entre o eletrônico e outras vertentes e, por isso mesmo, considera a escolha pelo gênero como algo natural.

“A música eletrônica é algo já demasiado antigo, tendo suas raízes no início do século 20”, destaca o músico, que divide o trabalho com Enio Damasceno. “Antes de termos esta banda, tocamos juntos na formação final do Sweet Fanny Adams, que era basicamente música eletrônica”.

Outra razão para a escolha pela música eletrônica, diz Bezerra, estaria relacionada à falta de traquejo social. “Talvez tenhamos um melhor relacionamento com máquinas do que pessoas”, comenta. A dupla ainda não tem apresentações agendadas, mas já planeja os próximos passos após o lançamento do trabalho. (Diário de Pernambuco)

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